terça-feira, 6 de maio de 2014

Extra! Extra! Bloco Desliga da Justiça tem nova presidenta.

É isso mesmo galera, como já disse o filósofo Pateta, eleita com 100% das cervejas apuradas, a Rainha Má é a nova Presidenta do Bloco Desliga da Justiça.







Dizem nos bastidores que nenhum super herói ou vilão ousou se candidatar e concorrer com ela com medo de algum feitiço, de virar sapo ou de adormecer bem no dia do desfile.

Brincadeira gente, a Rainha Má é uma especialista nesta arte carnavalesca que se tornou o movimento dos blocos no Rio de Janeiro. Ela mais do que ninguém será capaz de dar continuidade ao excelente trabalho realizado pelas gestões anteriores e agregar cada vez mais alegria e valor ao carnaval dos nossos queridos super heróis.

Parabéns Cris em nome de toda a nação Desliguense! Conte conosco!

Aquele abraço,
Aquaman

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Eleições Desliga da Justiça 2015

Despois de um desfile que ficará na memória do bloco pelo nível de qualidade, chegou o momento da passagem do bastão (no bom sentido é claro). O Zorro renunciou, foi cuidar da revolução Mexicana e novas eleições para o bloco estão em pleno vapor!




Ao Zorro e toda diretoria envolvida na organização do nosso carnaval em 2014 nosso muito obrigado.



O legado desta gestão irá perdurar e com certeza fez subir o sarrafo para os que ficarão à frente do bloco nos anos vindouros.

Agora vamos conhecer alguns de nossos candidatos para a presidência do bloco Desliga da Justiça para 2015!! Boa diversão.

Abraços,
Aquaman














quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Repercussão do Desfile do Desliga da Justiça 2014 na mídia

http://odia.ig.com.br/diversao/carnaval/2014-02-16/blocos-vao-agitar-o-rio-nesta-semana.html




http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2014/02/blocos-de-carnaval-ja-tomam-ruas-do-rio-de-janeiro.html

http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/carnaval/2014/noticia/2014/02/desliga-da-justica-atrai-folioes-e-lota-praca-na-gavea-na-zona-sul-do-rio.html

http://www.estadao.com.br/noticias/geral,bloco-desliga-da-justica-reune-4-mil-pessoas-no-rio,1130775,0.htm





http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/carnaval/2014/fotos/2014/02/fotos-blocos-agitam-ruas-do-rio-neste-sabado.html#F1107552







http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2014/02/rio-vive-sabado-de-carnaval-faltando-mais-de-duas-semanas-para-o-feriado.html

http://www.sidneyrezende.com/noticia/224655+blocos+desfilam+pelas+ruas+do+rio








http://vejario.abril.com.br/especial/ensaios-blocos-rua-carnaval-771298.shtml





Abre-alas - Por Celso Chagas

Nosso canário desliguense, vulgo Coringa, assina uma coluna semanal de cultura na intranet de sua empresa e resolveu falar do nosso querido bloco. Segue o texto que nas palavras do autor significa "um libelo de alegria, orgulho e amizade, ingredientes essenciais ao nosso bloco."


 
  
 
Sexta-feira 14 de fevereiro de 2014

Abre-alas

Por Celso Chagas

 Eu quero botar meu bloco na rua, música de Sérgio Sampaio, sempre esteve em meus ouvidos, seja em casa, quando os mais velhos cantavam, ou depois, na trilha musical da minha vida. Sempre imaginei que, de alguma forma, poderia colocar meu bloco na rua um dia. Mesmo que, conceitualmente, só colocá-lo na rua representasse ganhar independência, dinheiro, namoros ou só curtir mesmo.
Depois dos carnavais da infância (fantasiado de bate-bola, em Madureira), dos desfiles das escolas de samba na Avenida Rio Branco (vestido de super-herói) e da fuga do Rio nos anos 1990 para curtir o carnaval de Minas e da Bahia (disfarçado de mim mesmo), em 2008 entrei na oficina de percussão do bloco Quizomba, no Circo Voador.
A essa altura, a marcha-rancho de Sampaio já ecoava atualizada na versão do Monobloco, espécie de bloco-marco-zero para o movimento que só cresceria nos anos seguintes. A composição me lembrando, de novo e em outra fase da vida, de colocar o bloco na rua.
O momento era ideal: na noite da Lapa já se ouviam os batuques das oficinas do Quizomba e do Bangalafumenga, este na Fundição Progresso, só para citar dois dos muitos em atividade. O Mono ensaiava em Copacabana.
Territorialidade não era problema: independentemente do onde, batuqueiros começaram a formar células, agrupadas em um corpo com DNA específico, mas totalmente aberto à miscigenação musical. Aquilo gerou uma cena, um quase movimento... E fez surgir uma rede enorme de amigos, unidos pelo amor ao ritmo, à vida e à folia.
A técnica d’O Passo, do mestre Lucas Ciavatta, teve papel definidor para o crescimento do número de blocos de rua do carnaval carioca, considerando a proliferação que acontece até hoje depois do Monobloco. Criado em 1996, O Passo é um método de educação musical que permite a qualquer cidadão aprender a tocar um instrumento, em contraponto ao acesso à prática musical, muitas vezes acadêmico e seletivo demais. 
Como consequência de sua simplicidade e efetividade, O Passo fez surgir hordas de interessados nas oficinas. No Quizomba, me dediquei aos surdos – o chamado surdo de primeira (que dita a cadência de toda a bateria), o de segunda (que faz contraponto, responde ao de primeira).
De certa forma, a logomarca do Monobloco – um robozinho estilizado tocando surdo – sempre me mostrou, ao contrário daqueles que o classificam como um instrumento monótono, a responsabilidade de tocá-lo certo, com precisão, pra orientar o ritmo de uma bateria inteira. Haja braço. A Mangueira só usa o surdo de primeira em sua bateria: alguém já reparou nas frases pintadas nas peles dos instrumentos da Verde e Rosa (Bateria Surdo Um – bate um, bate geral, por exemplo)?
Do surdo pulei para o microfone em 2010, quando, com alguns amigos, fundei o Bloco Desliga da Justiça, com o qual me apresento amanhã, na Praça Santos Dumont, conhecida como Baixo Gávea, a partir das 10 horas. Sou cantor e um dos compositores do bloco. O colega leitor está convidado a assistir ao espetáculo, preparado para abrir o Carnaval de rua carioca com a benção de todos os santos, ritmos, blocos e órgãos do governo. Hoje em dia, o Desliga se firmou como uma alternativa para famílias, crianças, idosos e toda  sorte de foliões – a praça onde tocamos fica tomada por um público heterogêneo e pacífico, características reconhecidas por autoridades, órgãos de fiscalização, associações de moradores e pela Prefeitura do Rio. Ano passado reunimos mais de 9 mil foliões, sem registro de briga ou qualquer outro tipo de confusão.
Pelo quinto ano vamos colocar o bloco na rua. Que venham muitos outros anos!